quarta-feira, setembro 24, 2008

Este Alvaro Covões quer-me levar à falencia

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LADYTRON AO VIVO NO PORTO E EM LISBOA







Figuras de proa do movimento electro pop britânico, os Ladytron actuam dia 3 de Novembro na Casa da Música, no Porto, e dia 4 de Novembro no Lux, em Lisboa.

3 DE NOVEMBRO (CASA DA MÚSICA)
ABERTURA DE PORTAS * 21H30
INÍCIO DO ESPECTÁCULO * 22H00

4 DE NOVEMBRO (LUX)
ABERTURA DE PORTAS * 22H00
INÍCIO DO ESPECTÁCULO * 22H30

Preço em ambos 18€

Dois DJ’s ingleses, Reuben Wu e Daniel Hunt, uma cantora escocesa, Helen Marnie e uma cantora búlgara Mira Aroyo, são os responsáveis por um dos mais interessantes projectos britânicos de música electrónica, os Ladytron.
Formados em 1999, com o nome inspirado num tema dos Roxy Music, demoraram apenas dois anos até verem o primeiro álbum editado, “604”. O primeiro single, “Playgirl” despertou automaticamente a curiosidade do atento e conhecedor público britânico.
O disco que se seguiu, “Light & Magic” (2002), aumentou em muito a exposição da banda, graças ao enorme sucesso do single “Seventeen”, que rodou incessantemente nas rádios inglesas.
Depois de dois anos de digressão, em apresentação do álbum, a banda voltou ao estúdio para gravar “Witching Hour”. O álbum, editado em 2005, resultava do perfeito equilíbrio entre a estrutura pop e o formato electrónico, servindo para alargar a base de fãs da banda.
Já este ano, editaram o quarto disco, “Velocifero”, gravado em Paris. O álbum tornou-se instantaneamente o maior sucesso dos Ladytron até à data e conta com produção de Alessandro Cortini, teclista de Nine Inch Nails, e Vicarious Bliss, colaborador habitual de Justice e DJ Mehdi.


CUT COPY EM NOITE DE DANÇA NO LUX





Da verdejante Austrália, para a pista de dança do Lux, chega um dos mais empolgantes projectos de música electrónica da actualidade, os Cut Copy.

13 DE NOVEMBRO (LUX)
ABERTURA DE PORTAS * 22H00
INÍCIO DO ESPECTÁCULO * 22H30
Preço 22€

Com apenas dois álbuns editados, os Cut Copy tornaram-se já num dos maiores casos de sucesso na música electrónica, misturando sons dançáveis com influências new wave e pós-punk.

Depois de terem assinado pela editora Modular, casa de artistas como Wolfmother, New Young Pony Club ou Avalanches, lançaram o álbum de estreia, “Bright Like Neon Love” (2004), produzido pelo vocalista e principal mentor, Dan Whitford.

O sucesso do álbum levou a uma extensa digressão pela Europa e Estados Unidos, onde actuaram na primeira parte de bandas como Daft Punk, Franz Ferdinand, Bloc Party e Junior Senior.
Em 2007 regressaram ao estúdio para preparar o segundo disco, que foi editado este ano. “In Ghost Colours” foi imediatamente alvo de aclamação pela imprensa da especialidade, tendo a influente Pitchfork atribuído 8.8/10 ao disco





Eh pa tio Covões Sossegue ta bem? É que não há carteira que aguente

3 comentários:

Veronica Electronica disse...

eeeh pá, Cut Copy queria muito...
viajo nesse dia... buáaaaaaaa

Paula disse...

Eu gosto dos 2 mas nem vou a um nem a outro... A minha agenda fechou com os concertos do outro post

Não há dinheiro para tudo

Leonor Martins disse...

Não há mesmo...mas antes falida, que arrependida :)