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quarta-feira, julho 15, 2009

Pronto :(




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Há dias o diário desportivo francês l'Équipe pediu-me uma apreciação sobre Lisandro Lopez, a grande contratação do Lyon para a nova temporada.

Fiz um enorme elogio ao ex-avançado do FC Porto, disse nomeadamente que era um jogador que valia por meia equipa e que o que mais me admirava era que os seis ou sete clubes de top europeus não tivessem entrado no leilão pelo jogador argentino.
Soube agora que Alex Ferguson estava interessado em levá-lo para o Manchester United, oferecia um contrato idêntico ao que o Lyon acabou por lhe dar, mas o "manager" escocês gosta de ter tempo para ver todas as possibilidades e quis esperar mais alguns dias. Lisandro e o empresário resolveram aceitar o Lyon, no princípio de que mais vale um pássaro na mão do que dois a voar. E voaram para a cidade francesa do grande "chef" Paul Bocuse.
Creio que Lisandro teria feito melhor em esperar, porque merecia um clube indiscutivelmente maior do que aquele (bom e sério) presidido por Jean-Michel Aulas. O Manchester United teria sido definitivamente o clube certo para ele e a partir daí seria titular da selecção da Argentina, como me parece que seria justo. Seria o herdeiro natural de Carlos Tevez, outro argentino que acabou por deixar o clube de Ferguson ao fim de dois anos. Porque Lisandro foi, em minha opinião, um dos melhores jogadores que passou pelo campeonato português desde sempre, um daqueles que faz realmente a diferença numa equipa, pelos golos, pelo trabalho, pela seriedade, pela capacidade competitiva. Foi pena não ter esperado pela grande oportunidade de ser reconhecido em toda a parte como um dos melhores da sua geração. Foi pena não ter esperado um pouco de maneira a fazer entender a Diego Maradona que precisa de um jogador assim na Selecção que tem andado aos ziguezagues na qualificação para o Mundial exactamente porque falta o jogador que dá estabilidade como é Lisandro Lopez. Há coisas no futebol que não se percebem.


MANUEL QUEIRÓS

terça-feira, junho 02, 2009

Lisandro, o preço e o valor




Ao fim de quatro anos a vê-lo jogar em Portugal, ainda não sei dizer se Lisandro Lopez é melhor com o pé direito ou com o pé esquerdo, se chuta melhor com um ou com outro. Creio que no domingo marcou o último golo pelo FC Porto e foi com o pé esquerdo. E decidiu a final da Taça de Portugal, dando assim a primeira vitória numa final a Jesualdo Ferreira.

Creio que, ao contrário de outros, o passe de Lisandro vai valer menos dinheiro do que aquilo que vale este avançado argentino. Há coisas assim, no futebol e noutras actividades, é a tal diferença entre preço e valor. É que, quem olha para uma equipa com tempo para analisar as suas componentes, percebe que a influência de Lisandro vai muito para além dos golos que marca e que já de si não são tão poucos como isso. Lisandro vale muito mais do que os seus golos, porque tem enorme influência na equipa: joga em qualquer posição do ataque e em quase todos os jogos faz mais do que uma posição - e sempre bem; é um jogador competitivo e uma das âncoras da equipa - não perde a bola e está sempre concentrado nos movimentos dos colegas e dos adversários, tornando-se quase um treinador dentro do campo; e fisicamente é poderosíssimo, o que lhe permite ser tudo o que descrevi antes - e com poucas falhas.

Há poucos assim, jogadores de equipa que são capazes ainda de marcarem golos e, quantas vezes, de impedirem os adversários de os marcar. Mas Lisandro aprecia-se melhor no contexto da equipa do que se só nos focarmos nele. Vê-se melhor com uma câmara ao longe do que com grandes planos. E por isso, se calhar, que vale muito mais do que 30 milhões mas o preço é capaz de ser algo inferior. É injusto, mas as coisas são o que são, a menos que Pinto da Costa tenha ainda mais génio negocial do que todos imaginamos. Ou mais dinheiro para lhe retocar o contrato, por assim dizer, guardando-o mais uma época.



por : Manuel Queiroz

sábado, outubro 21, 2006

Reacção da FA ... melhor só mesmo em Portugal





[ 2006/10/19 12:49 ] Redacção MaisFutebol
A Federação Inglesa de Futebol (FA) não vai proceder a qualquer acção disciplinar foram relativa aos jogadores do Reading envolvidos nas lesões dos guarda-redes do Chelsea, Petr Cech e Carlo Cudicini, em jogo a contar para a Premier League.

A FA anunciou a decisão esta quinta-feira no seu site oficial, assegurando que tomou a decisão depois de analisar as circunstâncias e de ter entrado em contacto com o árbitro Mike Riley, que confirmou que os incidentes foram do seu conhecimento durante o jogo.


Quem ve o lance, (e não é preciso ser mourinho-dependente como eu) repara que aquilo poderia ter sido evitado porque a joelhada quando aconteceu o Cech já tinha completamente a bola dominada. Mais estranho ainda é a reacção do agressor que vira a cara e ainda se fica a rir... mais uma vez vou recorrer ao youtube para ver que isto não tem nada a ver com fanatismo.



Diferente, claro a posição de quem está do mesmo lado apesar de equipas diferentes a lutar pelos mesmos objectivos.



Lehmann, indignado com a lesão de Cech, reclama «mais protecção» aos guarda-redes
O Chelsea vence em Reading mas perde os dois guarda-redes A grave lesão sofrida por Petr Cech, este sábado, no jogo com o Reading, foi o pretexto para o guarda-redes alemão Jens Lehmann reclamar mais medidas de protecção aos seus companheiros de posição. O titular do Arsenal, rival do Chelsea na luta pela Premier League, lembra que os guarda-redes correm riscos de acabar a carreira «numa cadeira de rodas.»

«Sim, sabemos que este é um jogo para homens, mas é preciso ter em atenção que estes homens têm mulher e filhos e ninguém os quer ver com lesões permanentes, ou transportados numa cadeira de rodas, incapazes de trabalhar», afirmou em declarações ao site do Arsenal, aproveitando para desejar rápidas melhoras a Cech e a Cudicini.

«Quando vi as imagens, lamentei o sucedido, mas também fiquei muito, muito zangado. Já estava preocupado com as lesões anteriores de Mark Schwarzer e Shay Given, e agora vi isto acontecer a Cech e Cudicini. Todos eles são grandes guarda-redes, corajosos e nunca entram aos lances para magoar seja quem for e todos eles acabaram no hospital por causa de entradas ditas acidentais», acrescentou o titular da selecção alemã no Mundial-2006.

«Nunca magoei ninguém, mas agora, se vir que alguém entra para me magoar, vou ter de alterar a minha forma de actuar, porque temos pouca protecção dos árbitros. Não se pode eliminar totalmente o risco nesta profissão, mas pode acabar-se com certo tipo de entradas perigosas para os guarda-redes. Sei que o futebol inglês tem uma tradição maior de contactos físicos, mas tendo jogado noutros campeonatos, também sei que lá fora a protecção aos guarda-redes é mais eficaz», concluiu Lehmann.

domingo, abril 23, 2006

Lucho e Lisandro


Nunca me tinha apercebido da cultura futebolistica praticada na Argentina até a entrada do Lucho e do Lisandro no plantel do FCP.
O 1º pegou de estaca, foi sem duvida alguma um dos pilares do clube. El comandante passeia classe por todos os estadios onde passa.
Do 2º talvez se esperasse um bocado mais. Depois de um começo de epoca em grande, uma lesão no jogo em casa com o benfica, o nunca ter recuperado a forma tambem por conta de não ter ferias há 2 anos e por consequencia não ter conseguido grandes oportunidades nesta 2ª volta, o Lisandro com ferias e forma recuperada vai voltar às grandes exibições com que nos brindou no inicio da epoca.

Aos dois só temos a agradecer a alegria de jogar, a entrega , o espirito e a facilidade de integração na cidade e no clube.